sábado, 1 de outubro de 2016

Caçadores de Bruxas (Trilogia Dragões de Éter) - Resenha

Bom... Verdade seja dita. O único jeito de começar essa resenha é falando de como Raphael Draccon é divoso e maravilhoso. A narrativa dele me conquistou e ouso dizer que já é um dos meus autores preferidos nessa vida! hahahaha...

Na trilogia Dragões de Éter, o autor pega várias histórias conhecidas por nós, mistura tudo, modifica, da um toque especial (que deixa tudo f*****mente bom) e forma uma história maravilhosa, intrigante e que tira o fôlego de qualquer ser humano.

Dito isso, vamos a resenha!

Ariane Narin é uma garota espirituosa, alegre e de personalidade forte, que teve sua inocência roubada ao ver sua avó ser devorada por um lobo (Já sabe quem é né?). Depois da tragédia, onde o capuz branco que a menina usava manchou-se com o sangue do lobo morto por seu salvador, a garota ficou conhecida por Chapeuzinho Vermelho, um apelido que ela odiava, pois a fazia, logicamente, lembrar-se dos momentos de terror vividos na casa da avó.

Maria (Aposto que você já sabe quem é ela também!) é uma menina responsável, extremamente inteligente e amante dos estudos. Ela tem um irmão mais novo, João (Que você também sabe quem é!), que apesar de ser tão inteligente quanto ela é menos estudioso. Além disso, João tem uma pequena queda (Grande na verdade gente! Só o medo que não deixa isso se mostrar! Todo mundo que já se apaixonou sabe disso!) por sua melhor amiga, Ariane Narin. Os irmãos passaram por poucas e boas nas mãos da bruxa Babau que, por meio de um feitiço, fez com que os irmãos comessem vidro, pregos, lascas de madeira e outras coisas pensando que os materiais de construção fossem doces.

Ariane, João e Maria vivem em Nova Ether, uma cidade que podemos considerar como sendo a capital. Lá vivem o Rei Primo Branford com sua esposa a rainha Terra (existe uma razão para Rei estar escrito com letra maiúscula e rainha com minúscula) e seus dois filhos, Anísio Branford – que é o queridinho da corte e Axel Branford – o príncipe queridinho da plebe. Devemos ressaltar aqui um fato de grande importância para a história: o Rei Primo Branford é dito como sendo um Rei de pulso firme. Principalmente depois do sucesso na liderança da caçada as bruxas.

Dados esses fatos, vamos finalmente começar a saber o que acontece nesse livro. No inicio da história, por coisas do destino, Maria e o príncipe plebeu, Axel Branford se conhecem e se apaixonam. Encantado pela moça Axel, um dia antes de partir em uma jornada secreta (pelo menos para mim, que não desconfiei de nada até o fim da mesma) a convida para sair. Os dois acabam por se beijar e ficar mais apaixonados um pelo outro.

Após a partida do príncipe Nova Ether é atacada por Jammil-Coração-de-Crocodilo, que não é ninguém mais ninguém menos que (Pasmem!) filho do nosso querido Capitão Gancho. Muitos são os mortos e feridos. Casas foram furtadas e meninas e mulheres estupradas. O reino se desespera e Primo Branford declara estado de sítio em todas as cidades do reino.

Depois de todo esse rebuliço, outros fatos importantes irão acontecer simultaneamente: Maria, João e um senhor chamado Sabino (professor de Maria) entram nas casas reviradas em buscas de pistas para descobrir quem estava por detrás do ataque e o que essa pessoa queria. Ariane Narin descobre que não é uma menina normal. Rei Primo Branford captura Snail Galford, um ladrão que passa a trabalhar de agente duplo e se torna um personagem muito importante para o desenvolvimento da trama.

Uma longa confusão e uma grande enxurrada de informações se dão até o momento em que Sabino, João, Maria, Ariane, Axel e outros personagens adentram a capela/igreja de Nova Ether atrás de uma bruxa rancorosa e sedenta por vingança. Dois monarcas são mortos. Ariane desafia a morte para salvar o melhor amigo/crush. Uma Rainha (sim, agora com letra maiúscula) volta à característica de avatar e salva a cidade.

Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas é um livro que vale a pena ser lido, principalmente se você curte uma narrativa diferenciada e que foge da mesmice e se, é claro, curte fantasia.

Não vou nem discutir o fato: "Ah, mas é autor nacional" porque não vale a pena e é um conceito que muitos criaram por terem sido traumatizados com os clássicos da nossa literatura nas escolas da vida. Então tudo o que vou dizer é: leiam e sejam surpreendidos!

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