quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Gelo Negro - Resenha

Depois que li a série Hush Hush, eu fiquei simplesmente fascinada pela escrita de Becca Fitzpatrick. Então, imaginem minha alegria ao ver que ela lançaria um novo livro? Quase surtei e não sosseguei enquanto não comprei o livro para ler.

Nesse livro, Becca nos apresenta Britt Pfeiffer, uma garota (bem ilinha de papai) que precisou aprender a se virar após a morte da mãe. Britt e sua melhor amiga Korbie passaram meses planejando uma viagem para Idlewilde, um parque (ou reserva? Não me recordo muito bem) nas montanhas. O plano era ir, ficar na casa da família e fazer trilha. Mas não é isso que acontece. Lógico!

Logo no começo do livro (após um prólogo pra deixar qualquer um louco) somos apresentado à um dos problemas que Britt terá que enfrentar: Calvin, irmão de Korbie e ex-namorado dela, estará presente na cabana da família e ira passar as férias com as meninas. Ainda sem saber como reagir e claramente sem ter superado o término, Britt fica nervosa e, ao encontrar com o rapaz antes de partir para a viagem que mudaria sua vida, rouba os CDs preferidos e um mapa detalhado da região para onde iriam de Calvin apenas para irritá-lo.

Até ai, tudo bem! Meus nervos começaram a aflorar e dar sinal de vida quando as amigas ficam presas na estrada por causa da tempestade de neve e, ao saírem em busca de ajuda, encontram dois homens (MUITO suspeitos) em uma cabana. Sem escolha, elas entram na cabana e descobrem, alem de um corpo, que os homens são (claramente a essa altura da leitura de vocês) criminosos.

Depois de muita conversa os homens percebem que Britt era a unica que saberia como leva-los para fora daquela montanha (ela tinha estudado a região antes das férias e tinha o mapa de Calvin) e resolveram deixar Korbie presa na cabana para morrer.

Durante a fuga, muitas coisas acontecem. Morte, uma possível síndrome de estocolmo (quase tive um troço nessa parte. Gritei sozinha em casa e senti a agonia e a raiva crescer em mim) e revelações. O livro é um mistério muito bem construído e que me prendeu do início ao fim. Não posso dizer que é o melhor que já li. Mas, mesmo assim, é um livro fascinante e que merece atenção!

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