quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

A Garota do Calendário: Fevereiro - Resenha

Em fevereiro, Mia vai de Malibu para Seattle (sim, aquela mesma cidade citada em Crepúsculo da autora Stephenie Meyer) para trabalhar ao lado de Alec Dubois, um pintor francês que a contrata para ser sua musa inspiradora.

Desta vez, por precisar pegar um avião, Mia não leva Suzi. Um motorista de poucas palavras a pegou no aeroporto e a deixou no estúdio de Alec onde uma porção de gente corria e gritava para modelos nus enquanto outra porção tirava fotos.

Sim, uma verdadeira zona! O fato é que Mia se perde nessa bagunça de gente e acaba por causar uma confusão, estragando telas, causando impaciência  nas porções de funcionários e torcendo o pé. A partir dai tomamos o conhecimento de que Alec mora no mesmo prédio em que trabalha (apenas em um andar diferente) e que  Mia passará praticamente o mês inteiro de muletas o que casa agustia pois ela não sabe se Alec irá mante-la ou dispensa-la (e ela precisa pagar Blaine!).

Bom... É obvio que ele não a manda embora (senão não teríamos a série).

Alec a ajuda durante o trabalho e mostra a Mia como a arte é algo que vai alem da tela (e alem da cama!). Ele mostra o quanto é importante amar a si mesmo e como podemos amar várias pessoas de maneiras diferentes.

Assim como no primeiro livro, Mia se despede com uma carta e sai sorrateiramente. Eu continuei me perdendo na temporalidade mal construída e sem me conectar com os personagens. Assim como o mês de janeiro, fevereiro é uma leitura rápida e que, para mim, deve ser feita quando não se tem nada melhor para fazer. Mia mais uma vez se entrega rapidamente ao cliente e isso me causa estranheza pois não acho que alguém se habitue tão rápido à um trabalho que julgue indecente.

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