quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A Garota do Calendário: Setembro - Resenha

Setembro foi definitivamente um dos melhores volumes da série embora a temporalidade tenha atrapalhado um pouco o andamento da história. Porem, muita tensão e surpresas podem ser esperadas para o mês de setembro.

Mia volta junto com Madison para visitar o pai que piorou de saúde depois de contrair um virus no hospital. As meninas temem por sua vida e passam cada segundo que podem no quarto.

Maxwell voa do Texas para Las Vagas para dar o apoio que as irmãs precisam e bota ordem na coisa por assim dizer. Leva as meninas para dormirem em um hotel na frente do hospital.

Ao mesmo tempo em que se preocupa com o pai, Mia não deixa de pensar e de se preocupar com Weston que tinha ido gravar la no fim do mundo e não da mais notícias. Para livrar a cabeça dessa preocupação e para descobrir mais um drama em sua vida, Mia usa o gigante favor que Warren lhe deve. (Não vou entrar e nem falar qual é o drama para não dar spoilers, mas digo que a coisa é GRANDE).

Como se não bastasse tudo isso que citei acima, Mia da o cano no cliente de setembro (óbeviu né galera?) e não tem alternativa a não ser cumprir a cláusula do contrato que diz que se ela falhar com um cliente, no sentido de não comparecer para o trabalho, ela deve pagar os 100 mil que receberia para ele como forma de pagar pela inconveniência. Dessa forma, o dinheiro que ela ganhou de Maxwell no mês anterior é usado para o cliente que ela deveria ter atendido. Resumindo: ela não terá dinheiro para pagar Blaine Babaca Pintero, o agiota.

E todo mundo sabe que agiota não deixa por isso mesmo. Blaine vai atrás e cobra de Mia a parcela que ela deve contudo Mia não responde pois realmente não sabe o que fazer visto que a sra. Milan, sua tia, não tem dinheiro para lhe emprestar e que ela não tem coragem de pedir o dinheiro a Maxwell.

O que acontece então?

Blaine da uma lição em Mia por meio de alguem que ela ama muito e isso destrói mais um pedacinho do coração da protagonista de Audrey Carlan.

O livro foi realmente emocionante e foi um dos poucos volumes que me prendeu do começo ao fim. A trama foi bem trabalhada e deixa o leitor com o coração apertado do começo ao fim.

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