quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Paperboy - Resenha

Até hoje não sei bem o que achei deste livro. Se realmente gostei dele. Comprei ele porque estava barato e porque vi na capa que havia um filme sobre o livro com Zac Afron e Nicole Kidman, e pensei: "deve ser bom!".

O fato é que o livro só me surpreendeu (e fez um certo sentido) no final. Não que o livro seja incompreensível. O que quero dizer é que o significado dos personagens agirem de tal forma e serem loucos daquele jeito, só pode ser compreendido no fim da narrativa.

A história toda começa quando um xerife babaca (não posso caracteriza-lo de uma forma que não seja mal educada, mas para resumir ele não tinha escrúpulos nenhum) é assassinado. O culpado? Ninguém tem certeza. Ninguém sabe. Então, resolveram acusar Hillary Van Wetter, um cara cuja família (e ele próprio) não tem uma boa reputação.

O fato é que várias das provas apresentadas pela acusação são inconsistente. Desta forma, Charlotte Bless (uma mulher verdadeiramente insana na minha opinião) vai atrás de dois repórteres investigativos, Yardley Acheman e seu Ward, para juntarem provas suficientes para soltar um homem que ela nunca viu, mas que afirma ser homem da sua vida (eu avisei que ela era louca).

A história é narrada por Jack James, irmão mais novo de Ward, um garoto fracassado. O filho que é a vergonha do pai. Por meio de Jack, Pete Dexter vai nos levar por caminhos tortuosos e repletos de escárnio, mistério, romance e violência. O que irá sobrar e o que irá acontecer vai depender muito do esforço de Charlotte e seus companheiros visto que o prisioneiro mesmo não faz esforço algum para ajudar na busca pela sua inocência.

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